Me despeço entristeço
Aquele grito na rua que não quer calar
Cuspi minha dor da existência naquele desabafo
Tokthar gritou de desejo nas alamedas do grito
A gente se reconhece, sim, faço leituras de olhares
Mergulho no caos incessante daquele bojo
Canta grita fala pro mundo sobre esse pulsar emaranhado!!!
E de todo contentamento de almas
O xamã me ensinou atrás da árvore a fazer feitiços
Sou feiticeira de Akbhar!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sábado, 24 de julho de 2010
desfaço me despedaço no aço / sou todo osso insosso que não quer ter rosto / me aperta me desperta me liberta de divagações póstumas / me seja me deixa me queixa de teus delírios e glórias / espessa me peça para ser seu Alester Crowler / sim, sou eu, sua Rose está aqui cultivando samambaias e delírios / no jardim das delícias estende teus pés / fluição fruição energia terra entrando acupunturas imaginárias / mamãe a lagoa tá pulando me inunde de purezas
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Non, l´être n’est pas capable de voir tous les formes
L’essentiel est a venir
Je suis oiseau pleine de vie
Um paillasse sans avenir une rue morte
les penssés NE correspond pas avec la forme des mots
jê veux te connaître savoir tous les pas que te fais
pas pitié de personne La vie n’est pás faite pour avoir pitié
l’insanne est Le momo Le fou qu’arrive pour moi tous les jours
mon recherche est de moi meme quelle est le problème?
L’essentiel est a venir
Je suis oiseau pleine de vie
Um paillasse sans avenir une rue morte
les penssés NE correspond pas avec la forme des mots
jê veux te connaître savoir tous les pas que te fais
pas pitié de personne La vie n’est pás faite pour avoir pitié
l’insanne est Le momo Le fou qu’arrive pour moi tous les jours
mon recherche est de moi meme quelle est le problème?
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Ai que suposta verdade teórica querem me incutir
NÃO
Continuo sendo SONHO vôo de pássaro
Sobrevôo céus de penumbras eloqüentes
Dou bom dia a papagaios que não sabem repetir
Se soubesse seriam mais uns
O juízo de deus é justamente a percepção
olhar para tudo
e só ter olhos para enxergar o que está dentro
a viagem interior é mais interessante que passar três anos na Europa
a tabacaria de Pessoa construo nas pegadas incertas de elucubrações
quero o devir e todas suas conseqüências causa-efeito e suas ausências
hoje me basto muito mais com mim mesma
QUE PLENO
Não, não vou mais jogar diamantes a corvos
NÃO
Continuo sendo SONHO vôo de pássaro
Sobrevôo céus de penumbras eloqüentes
Dou bom dia a papagaios que não sabem repetir
Se soubesse seriam mais uns
O juízo de deus é justamente a percepção
olhar para tudo
e só ter olhos para enxergar o que está dentro
a viagem interior é mais interessante que passar três anos na Europa
a tabacaria de Pessoa construo nas pegadas incertas de elucubrações
quero o devir e todas suas conseqüências causa-efeito e suas ausências
hoje me basto muito mais com mim mesma
QUE PLENO
Não, não vou mais jogar diamantes a corvos
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Canto usinas de ódio
O meu mal foi não levar dualidades ao seio
Devaneio é bom para saúde, pesquisadores descobriram
Coitados só ontem
Investida no tempo caminho em direção às montanhas
Sôfrega balanço nos primórdios
Conservar é chegar aos primórdios integralmente
O ser e suas raras divagações
Não quero mais nomear só sentir
SINTO
O meu mal foi não levar dualidades ao seio
Devaneio é bom para saúde, pesquisadores descobriram
Coitados só ontem
Investida no tempo caminho em direção às montanhas
Sôfrega balanço nos primórdios
Conservar é chegar aos primórdios integralmente
O ser e suas raras divagações
Não quero mais nomear só sentir
SINTO
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
É no sopro que canto é no arroto que espanto
A yoga sua união acalma os anseios daquela tarde sôfrega
corpo sem órgãos
chamar de mal educada eu até gosto
não tenho medo de escrever o real inerente me arrebata
sim, quero estar de frente no campo de batalha
resgatar forças de dentro
esparsar espasmos espalhados sendo ou tendo sido
pessoa revisita Lisboa e seu ódio persegue
na tabacaria ele liberta todos os seus pensamentos
o medo é a falta de quê mesmo?
Gregório bacic contemporanizou em suas pequenas distrações
A yoga sua união acalma os anseios daquela tarde sôfrega
corpo sem órgãos
chamar de mal educada eu até gosto
não tenho medo de escrever o real inerente me arrebata
sim, quero estar de frente no campo de batalha
resgatar forças de dentro
esparsar espasmos espalhados sendo ou tendo sido
pessoa revisita Lisboa e seu ódio persegue
na tabacaria ele liberta todos os seus pensamentos
o medo é a falta de quê mesmo?
Gregório bacic contemporanizou em suas pequenas distrações
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