domingo, 23 de agosto de 2009

Non, l´être n’est pas capable de voir tous les formes
L’essentiel est a venir
Je suis oiseau pleine de vie
Um paillasse sans avenir une rue morte
les penssés NE correspond pas avec la forme des mots
jê veux te connaître savoir tous les pas que te fais
pas pitié de personne La vie n’est pás faite pour avoir pitié
l’insanne est Le momo Le fou qu’arrive pour moi tous les jours
mon recherche est de moi meme quelle est le problème?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ai que suposta verdade teórica querem me incutir
NÃO
Continuo sendo SONHO vôo de pássaro
Sobrevôo céus de penumbras eloqüentes
Dou bom dia a papagaios que não sabem repetir
Se soubesse seriam mais uns
O juízo de deus é justamente a percepção
olhar para tudo
e só ter olhos para enxergar o que está dentro
a viagem interior é mais interessante que passar três anos na Europa
a tabacaria de Pessoa construo nas pegadas incertas de elucubrações
quero o devir e todas suas conseqüências causa-efeito e suas ausências
hoje me basto muito mais com mim mesma
QUE PLENO
Não, não vou mais jogar diamantes a corvos

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Canto usinas de ódio
O meu mal foi não levar dualidades ao seio
Devaneio é bom para saúde, pesquisadores descobriram
Coitados só ontem
Investida no tempo caminho em direção às montanhas
Sôfrega balanço nos primórdios
Conservar é chegar aos primórdios integralmente
O ser e suas raras divagações
Não quero mais nomear só sentir
SINTO

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

É no sopro que canto é no arroto que espanto
A yoga sua união acalma os anseios daquela tarde sôfrega
corpo sem órgãos
chamar de mal educada eu até gosto
não tenho medo de escrever o real inerente me arrebata
sim, quero estar de frente no campo de batalha
resgatar forças de dentro
esparsar espasmos espalhados sendo ou tendo sido
pessoa revisita Lisboa e seu ódio persegue
na tabacaria ele liberta todos os seus pensamentos
o medo é a falta de quê mesmo?
Gregório bacic contemporanizou em suas pequenas distrações