segunda-feira, 13 de junho de 2011

Me despeço entristeço
Aquele grito na rua que não quer calar
Cuspi minha dor da existência naquele desabafo
Tokthar gritou de desejo nas alamedas do grito
A gente se reconhece, sim, faço leituras de olhares
Mergulho no caos incessante daquele bojo
Canta grita fala pro mundo sobre esse pulsar emaranhado!!!
E de todo contentamento de almas
O xamã me ensinou atrás da árvore a fazer feitiços
Sou feiticeira de Akbhar!